Google+ Badge

Friday, June 5, 2015

As Mensagens dos Mortos

Alguns mortos, de repente, decidiram se comunicarem comigo!
O primeiro foi o meu falecido avô, no final do ano, enquanto eu estava aplicando reiki em minha avó. Ele estava jangado porque eu não havia ido ao velório dele. Logo em seguida foi a minha tia,  no velório dela. 
No meu terceiro dia nos Estados Unidos. Depois de fazer uma longa viagem de 24 horas, de carro de Washington D.C.  as montanhas do estado de oeste Virginia, com mais três pessoas.
Nas montanhas, u comecei a sentir que minha pressão estava abaixando, o que achei estranho, porque pressão baixa é  fuga por medo de resolver os problemas afetivos. E eu não estava com medo de resolver meus problemas amorosos.
Eu me deitei ali mesmo, no chão do pé da montanha, para ver se melhorava, quando vi que a Barbara, uma companheira da viagem, estava chorando.
Eu perguntei a ela:
- " O que aconteceu?"
- " I' m sadnees because  ...."  .
Eu consegui  entender que ela estava triste porque o noivo havia morrido. Entao eu pedi ao meu amigo bilíngue, para servir de interprete. Porque o noivo falecido estava presente, e queria mandar uma mensagem a ela.
- Você me fez muito feliz! Agora arrume um  outro homem que você possa faze-lo feliz como você me fez. Na sua casa tem um quadro com dois dedos se apontando, toda vez que você ver o quadro se lembre de mim.
Ela me disse que ele falava daquele jeito mesmo, e eu não tinha como saber das coisas que ele falou. Mas ao mesmo tempo ela garantiu que na casa dela não havia nenhum quadro igual ao que referi.
Algum tempo depois, quando ela retornou para a casa dela na Florida. Ela ligou para nosso amigo em comum, que foi o interprete, para dizer que ela realmente tem o quadro na sala de estar. Mas que ela havia se esquecido.
Eu assisti ao documentário  " Vida depois da morte" que cientificamente olha se tem vida depois da morte, acompanhado o diretor Paul Davis enquanto ele explora a possibilidade de seu amigo morto Forrest J. Ackerman, estar tentando se comunicar com ele.
Forrest J. Ackerman é uma legenda na SCI-fi comunidade; o Steven Spielberg, o George Lucas entre outros eram leitores ávidos da influente revista que ele era o produtor: Famous Monsters of Filmland.
Ele também foi parceiro criador do popular livro cômico da super heroína: " Vampirella."
O documentário começa narrando como tudo começou:
David imprimiu alguns papeis, a tinta do papel estava completamente seca quando ele deixou o papel no quarto dele. Quando ele retornou, ele descobriu uma mancha de tinta preta tinha encoberto um grupo de palavras: " Fale com Joe Amodei".
Ele não tinha ideia porque aquelas palavras foram riscadas. Eventualmente ele envolveu alguns conceituados cientistas universitários para tentar explorar e explicar o fenômeno.
Mas o que adorei no filme foi a entrevista do Doutor e escritor Arthur Conan Dolye que nasceu no dia 22 de maio em 1859 e morreu em 7 de julho de 1930. O sr Arthur ficou famoso no mundo por suas estorias do detetive Sherlock Holmes.
Ele devotou 40 anos da vida dele, estudando espiritualidade e a comunicação dos espíritos entre os queridos que morreram com os que ficaram. Ele disse numa entrevista de 1930 que você pode localizar no youtube. Que quando as pessoas dizem a ele que não acreditam, sem experiencias. Ele não os leva a serio. Ele não fala a respeito do que ele acredita, ou a respeito do que ele pensa. Ele fala a respeito do que viu e ouviu. Existe uma grande diferença entre acreditar e saber.
Ha uns 20 dias atrás, eu recebi  a visita de um morto que  se comunicou comigo, na aula de yoga, na academia de ginástica. A mensagem era para uma das três mulheres presentes na aula, mas como ainda não falo inglês, não foi possível transmitir a mensagem.
Eu tenho três diferentes professoras de yoga ; em diferentes horários e dias.
Na semana passada uma das três professoras cujo o nome e Pâmela, que não é  a mesma professora que estava dando aula quando o morto se comunicou, me convidou para ir a meditação que ela realiza todas as segundas -feiras a noite na casa dela.
Eu resolvi ir.
Na meditação se encontrava uma aluna de yoga, que estava presente no dia que recebi a mensagem.
Intuitivamente eu soube que a mensagem era pra ela.
E por coincidência na meditação tinha uma americana que havia morado no Brasil, e falava português. Aproveitando a oportunidade da "tradutora", perguntei a aluna da yoga se o pai dela havia morrido.
Ela me disse:
- "Quem morreu foi o meu marido".
- " Olha na sua casa tem  uma cômoda, dentro dessa cômoda, tirando a gaveta toda para fora, tem algo valioso.
Eu não consigo descrever a imagem das incrédulas mulheres americanas; me pareceu que elas estavam pensando que eu era uma louca.
Eu gostaria de ter uma varinha e voltar a alguns minutos atras e ficar calada.
Hoje a recebedora da mensagem veio na aula de yoga das 11:00 da manha, mas não entrou.
A sala da yoga tem a parede de vidro que possibilita ver a piscina coberta. Então ela sentou numa das cadeiras a volta da piscina. E eu fiquei pensando com meus botões. "Que ela me viu na classe e não queria fazer a classe com uma louca".
Quando finalmente a aula terminou, ela se levantou e veio ate mim.
Ela  é  uma Sul Africana desenhista de joias.
E o que ela achou na cômoda, foi um anel de diamantes de muito valor que o marido deu a ela ha vários anos atrás, e ela havia perdido.
Então o falecido, resolveu enviar outra mensagem.
Eu liguei para mim irmã no serviço, para que ela pudesse traduzir a mensagem por telefone para a viuvá.
A mensagem de hoje foi :
"Me perdoe por te-la enclausurado. Agora Voe; faça somente o que você sempre desejou fazer. Se você fizer o que sempre desejou. Eu estarei feliz e entenderei que você me perdoou.
Eu não falo sobre o que eu acredito ou penso.
Eu falo sobre o que eu sei com certeza, por causa de minhas experiências pessoais.
Eu sei que existem extra terrestres. Eles já se comunicarão comigo.
Eu sei que as plantas são seres que sentem e são capazes de se comunicarem. (eu escrevi minha experiencia no texto: As plantas falam).
Eu sei que é possível ler fotos. Porque eu posso ler
Eu sei que é possível ler pensamentos. Porque já li.
Eu sei que é possível curar alguém com energia, apenas usando as mãos. Porque eu já curei.
Eu sei.
E isso basta para mim. Se você não acredita não te levo a serio.
Muitas pessoas não acreditam em vidas passadas, ou vidas futuras, vivem na ilusão de que a vida e apenas esta pequena vida em que vivem agora.
Mas eu sei que a vida e eterna, e que não podemos escapar das nossas acoes, mesmo que as esquecemos.
Em uma das minhas vidas passadas. Eu fui um padre poderoso e participei ativamente da  Santa Inquisição  que foi uma espécie de tribunal religioso criado na Idade Média para condenar todos aqueles que eram contra os dogmas pregados pela Igreja Católica.
Fundado pelo Papa Gregório IX, o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição mandou para a fogueira milhares de pessoas que eram consideradas hereges (praticante de heresias; doutrinas ou práticas contrárias ao que é definido pela Igreja Católica) por praticarem atos considerados bruxaria, heresia ou simplesmente por serem praticantes de outra religião que não o catolicismo.
As vitimas eram condenadas pelos chamados “autos de fé” – ocasião em que é lida a sentença em praça pública.
O réu não tinha direito à saber o porquê e nem por quem havia sido condenado, não tinha direito a defesa e bastavam apenas duas testemunhas como prova.
Eu amava o poder, e usei a Santa Inquisição para destruir meus inimigos pessoais.
Mas o que mais me recordo foi um sujeito que não tinha feito nada, mas eu tinha inveja dele e queria destruir-lo.
E no dia da condenação dele. Eu fiquei ali todo poderoso o vendo queimar vivo.
O prazer que senti ao ver meu "inimigo" sendo queimado foi maravilhoso.
Nesta vida eu nasci em uma família católica. Então cresci indo ao ritual todos os domingos. Porem em todas as missas eu me sentia mal, mas aguentava firme, porque achava que minha doença nas missas eram causadas por meus pecados. Mesmo sendo uma criança inocente.
Quando minha irmã tinha nove anos de idade, estranhas coisas começaram a acontecer em nossa casa e em nossa vida. Uma das coisas estranhas e que minha irmã começava a falar outra língua. E queria me pegar, queria me matar. E era necessário muitos homens para segurar minha irmã.
No momento que ela ficava naquele "condição" ela me olhava com muito "ódio", um tipo de olhar que nunca pude esquecer. Então  foi detectado que espíritos, possui-a.
Finalmente minha mãe encontrou uma mulher, que garantiu a minha mãe que ela poderia curar a minha irmã.
O que ela iria fazer deveria ser feito no rio, mas eu não poderia participar. No dia do trabalho meu tio Zico veio com o caminhão dele, e levou todos para o rio. Eu fiquei muito triste por não ter podido ir.
Muitos anos depois conheci um jovem americano dezesseis anos mais jovem do que eu, quase nos casamos.
Mas por sorte isso não aconteceu. Porque ele era o meu inimigo que matei na inquisição, o mesmo espirito que possuía o corpo da minha irma, com o desejo de me matar. Ele viveu seculos me perseguindo, em outras vidas que tive. Por causa do ódio mortal, por mim, ele não pode renascer.
Mas com o trabalho espiritual feito ainda quando eu era criança, ele pode renascer. Provavelmente se estivéssemos casado, ele me mataria.
Muitas pessoas não acreditam em Karma, e na lei de causa e efeito, mas ela existe.
Eu tive outras vidas com outras histórias.
A questão é simples, deixe ir a ilusão de que somos inocentes, e que as coisas acontecem por um simples acaso.
Saiba que não existem balas perdidas!
Se sua vida é ruim;  é porque você já é ruim.
Se a sua vida é maravilhosa, é porque você é maravilhoso!

Quando as pessoas morrem, elas descobrem que a unica coisa pela qual estamos aqui é ser feliz.
O nosso planeta é o paraíso.
Não espere morrer para descobrir que o que você  pensava que a vida devia ser. Era apenas sua ilusão.
Se sinta livre agora para ser feliz e voar.
É o que os que morrem descobrem e tentam desesperadamente comunicar isso aos que ficaram.
Para o que esta servindo sua vida aqui?
Minha Vida na Outra Vida é um filme estadunidense de 2000, dirigido por Marcus Cole.
O filme é baseado em um fato real relatado no livro autobiográfico de Jenny Cockell. O filme conta a história de Jenny (Jane Seymour), uma mulher que tem visões e sonhos de sua última encarnação, como Mary, uma mulher irlandesa que faleceu em 1932, aos 37 anos. Fazia desenhos da igreja e tinha lembranças geográficas de Malahide, onde teria morado na Irlanda. Intrigada, Jenny viaja para lá, em busca de seus filhos da existência passada.