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Monday, June 22, 2015

Relacionamento - Vencendo no Jogo do Amor

Eu queria ganhar no jogo do amor. Porem me sentia uma eterna perdedora neste jogo.
Definitivamente eu não sabia as regras do jogo. Nem qual era meu jogo predileto.

Toda nossa relação de amor é um jogo. E só é possível jogar ou praticar, com alguém que jogue  o mesmo jogo que  nós jogamos.
É impossível haver um jogo entre dois parceiros que jogam diferente jogos .
E  nós aprendemos a jogar o jogo do amor com os nossos antepassados.
Eu tive namorados perfeitos que me amavam, e me tratavam de maneira especial, mas que eu não estava pronta para jogar o esporte que eles praticavam. Eu não sabia porque eu não era capaz de ama-los , ou quando amei não tive coragem o suficiente para tomar a decisão de entrar no jogo.
A minha avó quando tinha dezesseis de idade se casou com meu avô que era filho de judeu, e tinha vinte seis anos de idade.
No começo do relacionamento ela não gostava dele, porem eles se casaram, trabalharam juntos, comprarão umas terras, tiveram os filhos e foram prosperando a ponto de terem caminhões, bois, cavalos, empregados, e uma relação social com a "classe rica" da região. Quando eles mudaram para cidade eles eram os únicos que tinham televisão e geladeira no bairro.

A minha avó estava sempre trabalhando. A casa vivia cheia de visitas, eles recebiam visitas praticamente todos os dias. A filosofia de minha avó era: " Onde come um, come dez."  Ela adorava servir as visitas, e presentear as pessoas.
O  filosofia do meu avô era " Deixo as frutas morrerem no pé de frutas,mas  não dou frutas.
O meu avô passava o dia lendo, a bíblia, ou o jornal "Noticias Populares". O meu avô adorava criticar, ele vivia criticando a minha avó, que aceitava as criticas calada. Já o meu avô não aceitava criticas. Porque ele "sempre estava correto".
Eles viveram uma vida normal e calma até a morte de meu avô.
O meu primeiro companheiro foi o Paulo que era filho de judeu,  e careca como meu avô (carecas são pessoas criticas). Quando paulo conheceu dona Rola que era minha avó. Ele passou a me chamar de dona Rola, pois ele me disse que eu era a copia de minha avó.
O nosso relacionamento era igual ao relacionamento do meus avós.
Eu me separei do meu avô e fui morar com o meu pai.
Ele era uma pessoa persistente com as ideias (teimoso), sempre tentando achar uma maneira de se tornar um empreendedor. Ele não bebia, não fumava. Mas estava sempre rodeado de mulheres, tinha noites que somente voltava de manha. A  minha mãe chorava, reclamava para as pessoas,  mas não tinha força para mudar a situação.Apesar do meu pai ser um trabalhador aplicado, meus pais nunca se tiveram abundância econômica, como os meus avós.
Depois de três meses vivendo com a sombra do meu pai, comecei a fazer terapia para entender, como eu podia estar tão infeliz num relacionamento, não entendi, mas mesmo assim o abandonei antes de meu filho nascer..
Depois disto casei com a minha mãe.
Como é o seu relacionamento? Qual o jogo que você joga?
Quando ficamos consciente do jogo que praticamos em nossos relacionamento e muito  mais fácil mudarmos o jogo se assim desejamos.